Uma área que sinto estar deficiente em capacitação e formação de pessoal é a de Qualidade de Software.

Pensando nisso estou coordenando uma especialização neste assunto, em parceria com o Instituto Doll na cidade de Ponta Grossa – PR.

Se você é um profissional de TI e interessa-se por desenvolver ou gerenciar a qualidade de seus produtos, não deixe de entrar em contato e matricular-se.

A página oficial do curso apresenta maiores detalhes e informações sobre a matrícula e como entrar em contato com a secretaria do instituto: http://institutodoll.com.br/pos_graduacao/detalhes/9/especializacao_em_qualidade_de_software.

Abaixo segue a visão geral da pós.

Pós graduação em Qualidade de Software

O objetivo do programa de pós-graduação em “Qualidade de Software” é capacitar profissionais para trabalhar no gerenciamento e/ou construção de software, especializados em garantir a qualidade dos artefatos de desenvolvimento de sistemas, desde as etapas de ante-projeto até o processo de manutenção, propiciando condições para que desenvolvam os mais modernos conceitos que visem à melhoria da qualidade e da produtividade. Esses profissionais possibilitarão o uso de elementos na construção de produtos com custo e prazos adequados além de alto grau de aderência às necessidades de negócios de seus clientes. Para atingir o objetivo proposto, o curso especializa profissionais em Processos, Técnicas, Métodos, Ferramentas e Gestão da Qualidade de Software. Assim a estrutura curricular divide-se em 2 grupos de conhecimento: 1) Processos de Software e Qualidade e 2) Práticas, técnicas e ferramentas para construção de testes de software.

O programa de disciplinas está disposto da seguinte maneira, e com os professores responsáveis:

1. Ambiente de Testes
Configuração de ambientes de teste. Geração de massas de dados: criação de scripts para geração de padrões de dados fictícios. Utilização de dados de produção: ETL (extração, transformação e carga), descaracterização.
Claudinei Rodrigues

2. Ciclo de vida dos Testes
Qualidade dos requisitos para aplicação no ciclo de vida dos testes. Planejamento, preparação, especificação, execução e entrega de testes. Artefatos do ciclo de vida de testes: Termo de aceite, Plano de Testes, Planejamento de Testes, Especificação e Casos de Testes, Relatório de Testes, Checklists diversos.
Mônica Cristine Scherer Vaz

3. Engenharia de Requisitos
Delimitação do Sistema e seu contexto. Levantamento e elicitação de requisitos. Técnicas para levantamento de requisitos. Análise e negociação de requisitos: classificação e agrupamento, resolução de conflitos, priorização. Especificação e documentação: linguagem natural e formal. Indicadores de qualidade do produto (especificação). Indicadores de qualidade do processo (Validação dos requisitos).
Clodis Boscarioli

4. Fundamentos de Processos de Maturidade para Desenvolvimento de Software
Fundamentar os processos de desenvolvimento de software que especificam níveis de maturidade e gestão contínua da qualidade. Dentre eles: CMMI, SPICE, MPS.BR, MPT.BR
Mônica Cristine Scherer Vaz

5. Fundamentos de Testes de Software
Princípios. Técnicas: caixa-branca, caixa-preta, caixa-cinza, regressão, não funcionais. Fases: testes de unidade, de integração, de sistema, de aceitação, de operação (alfa e beta, release candidate). Ciclo de vida de testes: planejamento, preparação, especificação, execução e entrega. Papéis.
Edson Bobel

6. Fundamentos dos Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software
Fundamentar os processos de desenvolvimento de software através da diferenciação dos diversos paradigmas da Engenharia de Software, tais como: Modelo Sequencial Linear, Modelo de Prototipação, Modelo RAD, Modelos Evolutivos (Incremental, Espiral), Modelos de Processos Ágeis.
Carlos Alexandre de Oliveira

7. Metodologia da Pesquisa, Produção e Projetos Tecnológicos
Desenvolver o processo de investigação científica. Fornecer elementos para o planejamento da pesquisa, coleta de informações e elaboração do relatório de pesquisa.

8. Métricas de Software
Fundamentos e razões para medição de software. Medidas diretas: custo, esforço, LOC, velocidade de execução, memória, número de erros, complexidade ciclomática. Medidas indiretas: funcionalidade, qualidade, complexidade, eficiência, confiabilidade, manutenibilidade. Métricas orientadas à função e ao tamanho. Técnicas e ferramentas.
Silvio Bortoleto

9. Testes Automatizados de Unidade
Desenvolvimento de software orienta à testes (TDD – Test Driven Development). Modelagem: Partição de Equivalência, Análise de Valor Limite e Grafo causa-efeito. Técnicas de Objetos Mock. Ferramentas xUnit de linguagem de programação para testes unitários.
Ademir Mazer Jr

10. Testes Funcionais Automatizados
Casos de uso, demonstração e aplicação de ferramentas para automatização de testes funcionais e de interface.
Wellton Costa de Oliveira

11. Testes Manuais
Casos de uso, demonstração e aplicação prática de testes funcionais, não-funcionais, estruturais, exploratórios e de regressão por meio das diversas técnicas e estratégias de testes apresentados na fundamentação.

12. Testes Não Funcionais Automatizados
Casos de uso, demonstração e aplicação de ferramentas para automatização de testes de qualidade: eficiência, segurança, performance, carga, dentre outros.
Rodrigo Kruger

 


 


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